// Fisiologia do Afeto

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Fisiologia do Afeto

É verdade que nos sentimos fisicamente melhores quando a mente e as emoções estão mais equilibradas. É ótimo saber que podemos explorar estes assuntos e que você pode contar sua história de forma segura.

Passei um bom tempo tentando encontrar uma expressão que sintetizasse minha prática terapêutica.

As técnicas e sistemas de saúde  que fazem sentido para mim, dialogam com o estudo profundo do BodyTalkSystem e de Constelações Familiares. Juntou-se a isso o mergulho no estudo dos arquétipos, e percebi então a necessidade de um modelo onde ouvir fosse tão importante quanto perceber as informações no campo e sentir as mudanças.

Afinal de contas, como se pode perceber as mudanças?

No sentido profundo, o sintoma está dizendo "estou sentindo"  e quer revelar as histórias. Uma vez que a história é compreendida, o sistema corpo-mente ganha espaço para adaptações mais saudáveis à vida.

Sentir bem estar, sensações de leveza e descanso, fazem parte dos medidores sutis de mudança, mas fazer reflexões profundas com liberdade e segurança também é fundamental no processo terapêutico.

A jornada para o mundo interno é personalizada e se dá na medida do que é possivel para cada pessoa, em cada atendimento. Significa que até mesmo grandes conflitos emergirão nas sessões respeitando a disponibilidade fisiológica, emocional, psíquica e ambiental.

Fisiologia do Afeto é sobre a postura respeitosa para acolher e entregar o que é necessário, nem mais, nem menos, fora de qualquer julgamento de valor e orienta para que cada um possa fazer seu próprio mapeamento de mudanças.

Todos os sentimentos importam. Você importa.

// Oficina do Sentir

As Oficinas  são experiências individuais ou coletivas.

 

Oficina com Arcanos

Seguindo o entendimento de que os Arcanos Maiores representam as estações da vida  e agregando a minha experiência em observar como o corpo registra fatos e se expressa inconscientemente, surge a  "Experiência Sensorial com Arcanos  - Sentir para introspectar"

 

Então, olhando para o Louco o que vemos?

Um pezinho no chão , o outro dando um passo sem olhar onde pisará. 

Desligado? Dançando? Corajoso? Louco mesmo? Nada a perder? Tudo a ganhar? Deixou algo para trás? O que o move nesta jornada; a dor ou a curiosidade?

Como é estar nesta posição?

A Oficina é uma jornada sensorial, uma experiência psico-física, para perceber como é possível sentir, livre de interpretações, os potenciais  evocados à partir  do contato puramente imagético e lúdico com o Tarô.

Usamos palavras-chave, que conectarão profundamente, apoiando a construção pessoal e subjetiva de autoconhecimento.

O processo é auto investigativo e permite insights grandiosos.

Baseado nos estudos do Tarô, Jung e o Tarô, obras de Nei Naiff e outros estudiosos.

Oficina de Tempo e Movimento

Tudo no nosso corpo move-se o tempo inteiro! São movimentos sutis e sincrônicos, regulados pelo sentido da manutenção da vida.

Os hormônios tem horários determinados para funcionar; os orgãos e endócrinas tem seus movimentos mais ou menos intensos, ao longo do dia.

Tudo funciona de acordo com tempos e movimentos. São os ritmos do corpo. Até quando você pensa que não está se movimentando, tem milhares de coisas dançando a dança da vida.

As emoções tem uma fisiologia própria e querem se expressar, não é à toa que conhecemos termos como "engolir sapos", "borboletas no estômago", "nó na garganta", "pernas bambas", "frio na barriga", "congelar de medo".

Nosso corpo conhece tensão e relaxamento, conhece peso e leveza, conhece segurar e soltar. Nem sempre é possivel expressar com palavras suficientemente significativas para os contexto da alma. Muitas vezes um gesto, um movimento - mesmo que sutilíssimo - irão proporcionar mudanças significativas em programações profundas e inconscientes.

Já pensou em se comunicar com essa parte de você mesmo, sem precisar dar rótulos e nomes para elas?

A Oficina de Tempo e Movimento vai te surpreender. Todos os corpos são perfeitos para o Tempo e Movimento.

Escutatória

São muito conhecidos os cursos de oratória, onde se aprende um conjunto de regras e técnicas que constituem a arte do bem dizer, a arte da eloquência. São de fato materiais muito importantes, pois nosso mundo é o mundo da palavra.

Supomos que algo bem comunicado transcende os patamares da dúvida.

No entanto as palavras também são códigos subjetivos.

Falar em "amor", não significa estarmos em acordo amplo sobre o que é amor; assim como a palavra "carro", pode referir à muitas sensações e emoções diferentes.

Todos nós gostamos muito de falar, de ser ouvidos e ouvidos atentamente. Desde muito cedo fomos ensinados a comunicar da forma mais clara e objetiva possível sobre as coisas que queremos ou não queremos. Como crianças, reclamamos esta atenção sobre nós e temos sido estimulados a poder expressar, verbalmente, o que vai no nosso mundo interno.

Talvez por isso, escutar seja tão difícil. Todo o tempo estamos preenchendo as lacunas da compreensão com nossos próprios códigos e tentando sugerir ao interlocutor, um "adicional" de compreensão. 

Um provérbio oriental diz: “Ninguém coloca mais em evidência sua baixeza e má criação, do que aquele que começa a falar antes que seu interlocutor tenha terminado”.

O que acontece é que, às vezes, enquanto falamos com outra pessoa, ambos temos a dificuldade de escutar, passando, em muitas ocasiões, a apenas ouvir enquanto elaboramos o que vamos dizer assim que o outro terminar. Há então, monólogos se sobrepondo.

Saber escutar é uma atitude difícil, já que exige atenção sem pré julgamento e conato com um outro tipo de tempo, onde mais se sente o contexto e as sensações, do que o código rígido da palavra.

Escutatória é um exercício de apoio aos sentidos; todos os sentidos.

// O conceito Har-pa

Neste instrumento, que chamei de Har-pa ( Harmonic Path)  você constrói seu próprio código a partir das palavras chave e/ou sensações.

 

Nas Oficinas, a experiência é sempre de trilhar um caminho harmônico, amparado pelo grupo, da forma mais fisiológica, mais sensorial possível. Como no próprio instrumento harpa, a sutileza e pessoalidade dá o tom e modela o ritmo e todo movimento/não movimento, fala e silêncio, é acolhido respeitosamente.

A experiência segue à medida em que convidamos as imagens, os movimentos, a respiração que, harmonicamente, trarão impacto de leveza, de transformação, de abertura de espaço, independente dos seus significados, dando fluxo às informações que emergem espontaneamente.
 

A proposta aqui é perceber como o sentir, revela e libera.

Quando isso acontece, um caminho harmônico, o potencial da Harpa, a melhor ressonância, possibilita investigar com amor e legitimidade a experiência da compaixão; a fisiologia do afeto.

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